Trabalhador industrial

No ano de 2007, três trabalhadores morreram em dois meses (30/06 a 30/08) na Cosipa, entre eles, Flávio Roberto da Silva Batista, de 26 anos. Todos vinculados a terceirizadas, atuando nas piores e mais insalubres áreas da usina, com salários que correspondem a metade daquele pago pela Cosipa. Por Sindia Santos   O acidente Flávio... Continue lendo →

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A luta dos tabajaras

Pelo  Coletivo aCidade É um bairro em ruínas, feito de escombros de gente e suas histórias. Lugar onde cães e gatos resistem ao abandono e vagam sozinhos e com fome, guardando a entrada de onde viviam com seus donos. Dia após dia a ladeira é apagada por montes de entulhos e pelo som de marretadas... Continue lendo →

O Rio de Machado de Assis

Nem pelo princípio e nem pelo fim, essa reportagem começa pelo meio. Em se tratando de Machado de Assis o tempo não aceita linearidade. Para o imortal, o meio é a campa 1.359 do cemitério São João Batista. Vazia. Dá para ver pela rachadura na tampa. _ Machado de Assis... Quem é Machado de Assis?... Continue lendo →

Na cama de outro – quarta parte

Vaguei pelo quintal num mês de separação. Quintal que guardava poeira, mato que crescia entre as pedras, subia pelas paredes. Quintal que sussurrava em ameaça: a vida reivindica seu espaço, não há como escapar! Uma teia de aranha cortava o teto da garagem. O perverso inseto negro estava lá, longas pernas desconfiadas. Negra e ágil.... Continue lendo →

Na cama de outro – terceira parte

Mais uma vez a porta bateu, encerrando-me agora num sepulcro cheio de sombras. A pena era aplicada: a insuportável vida latejava. Um passo fazia a carne vibrar em toneladas de energia, olhar pedia uma força que a consciência não liberava. Agora, sim, a culpa. Redimi-me ouvindo o que tinha para ser dito em ligações que... Continue lendo →

Na cama de outro – segunda parte

Não pude chorar, não se tratava de culpa. Meu marido saiu. A casa permaneceu num silencio de angustia. Estagnei fixa a olhar pela sacada. Buscava algum desespero e só encontrava sinalizações duras. Estava feito. A casa nova, os móveis, as brigas, nada me segurara, todos me compeliram. Quis amar e amei. Não importava muito em... Continue lendo →

Ouvir o silencio

Por Sindia Santos Fotos Katja Schiliró As mãos dançantes estão em toda parte. Quem passa na Rua das Laranjeiras, Zona Sul do Rio, logo percebe. Pontos de ônibus, lanchonetes, bares, lá estão elas a nos hipnotizar. A cadência dos movimentos destoa do barulho atordoante de carros e buzinas do acentuado trânsito do final de tarde.... Continue lendo →

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